São encontrados mais frequentemente em cães idosos (com idade entre 8 e 9 anos), mas também podem ser observados em cães jovens. Sua causa é ainda desconhecida, embora se sugira uma associação desse câncer com inflamação crônica ou aplicações de substâncias irritantes na pele. Há evidências também de hereditariedade.
Os Mastocito
Cães com Mastocitoma podem apresentar vômito (às vezes acompanhados de sangue), fezes bastante escuras (devido também à presença de sangue), dor abdominal e dificuldade na cicatrização das feridas. Todos esses sinais são denominados Síndrome Paraneoplásica porque ocorrem concomitantes à presença do câncer no organismo e acontecem, no caso do Mastocitoma, devido a determinadas substâncias que o câncer produz e elimina no organismo (como a histamina e a heparina).
O diagnóstico é realizado pelo veterinário após o minucioso exame clínico do paciente e a realização de exames laboratoriais imprescindíveis para o auxílio do diagnóstico, como a Citologia e a Histopatologia, além de outros.
O Mastocitoma pode ser então classificado como sendo de grau I, II ou III, de acordo com a sua agressividade, sendo o de grau I o menos agressivo e o de grau III o mais agressivo de todos. A classificação do Mastocitoma orienta o tipo de tratamento ao qual o paciente deverá ser submetido.
Seja qual for o tratamento empregado - cirurgia, quimioterapia, radioterapia - ele tem como objetivo fundamental o aumento da sobrevida do paciente, priorizando qualidade de vida e conforto. A intenção é conseguir a remissão clínica completa da doença, ou fazer com que o animal tenha uma vida muito próxima a do normal, sem as conseqüências diretas do tumor.
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